there's a kid who had a big hallucination
making love to girls in magazines
he wonders if you're sleeping with your new found faith
could anybody love him
or is it just a crazy dream
and if i show you my dark side
will you still hold me tonight
and if i open my heart to you
and show you my weak side
what would you do
would you sell your story to rolling stone
would you take the children away and leave me alone
and smile in reassurance
as you whisper down the phone
would you send me packing
or would you take me home
Roger Waters/Pink Floyd (The Final Cut, 1983)
sexta-feira, 6 de julho de 2007
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Fotografia 2
Existem basicamente 3 grupos de câmaras digitais de pequeno formato (equivalente ao 35mm). As mais simples, e portanto mais baratas, são relativamente pequenas (compactas) e têm poucas possibilidades de regulação manual, isto é, estão preparadas para "fazer tudo sózinhas" bastando ao utilizador escolher o programa adequado, que a máquina faz o resto. Actualmente estas câmaras, conhecidas em língua inglesa por "point and shoot cameras", já apresentam resoluções da ordem dos 6 ou 7 megapixeis e um zoom óptico que, na maior parte dos casos, surge com aumentos até 6x embora haja casos em que chegam às 8x ou mesmo às 10x. Por outro lado podem realizar pequenos filmes de baixa resolução e as fotografias captadas evidenciam bastante "ruído" devido ao pequeno tamanho dos seus sensores.
Ao contrário, as câmaras reflex digitais (DSLR=Digital Single Lens Reflex), de objectivas intermutáveis, têm maiores sensores e, por isso, a qualidade da imagem é muitíssimo superior. Para dar um exemplo, uma imagem tirada com uma compacta a 80 Asa tem uma qualidade semelhante à de uma imagem captada por uma dslr a 400 Asa. Estas câmaras não fazem filme e, em geral, não evidenciam mecanismos que reduzam a vibração, coisa que algumas compactas e a maioria das máquinas que abordaremos a seguir já possuem. Ao invés, nas dslr costumam ser as lentes que incorporam a tecnologia para mitigar as vibrações.
As chamadas "bridge cameras" fazem de facto a ponte entre as compactas e as reflex digitais. Foram buscar os pontos fortes de ambas mas têm um grande defeito, que é a qualidade da imagem. Devido à pequena dimensão do sensor, à semelhança das compactas, o "ruído" pode constituir um problema sério. Para o minorar devem tirar-se fotografias com Asa baixa e com boa luz. Das vantagens salientem-se a portabilidade, a qualidade das objectivas, os zooms que chegam às 12x e mais, sendo bastante luminosos, a possibilidade de realizar filmes de resolução aceitável, com som (nalguns casos estéreo) e com a capacidade de actuar o zoom enquanto se filma, a resolução que já ultrapassa os 10 Mp, os mecanismos de redução de vibrações, e muitas outras características importantes e de grande utilidade. Pode dizer-se que algumas "bridge cameras" são uma espécie de dslr disfarçadas com o grande senão do "ruído" na imagem.
Para o comum dos mortais, e mesmo para certos amadores avançados, a aquisição desta última categoria de câmara digital é recomendada, até como forma de preparar o caminho para a posterior compra de uma dslr.
Muito mais haveria para dizer mas, por agora, fico-me por aqui.
Ao contrário, as câmaras reflex digitais (DSLR=Digital Single Lens Reflex), de objectivas intermutáveis, têm maiores sensores e, por isso, a qualidade da imagem é muitíssimo superior. Para dar um exemplo, uma imagem tirada com uma compacta a 80 Asa tem uma qualidade semelhante à de uma imagem captada por uma dslr a 400 Asa. Estas câmaras não fazem filme e, em geral, não evidenciam mecanismos que reduzam a vibração, coisa que algumas compactas e a maioria das máquinas que abordaremos a seguir já possuem. Ao invés, nas dslr costumam ser as lentes que incorporam a tecnologia para mitigar as vibrações.
As chamadas "bridge cameras" fazem de facto a ponte entre as compactas e as reflex digitais. Foram buscar os pontos fortes de ambas mas têm um grande defeito, que é a qualidade da imagem. Devido à pequena dimensão do sensor, à semelhança das compactas, o "ruído" pode constituir um problema sério. Para o minorar devem tirar-se fotografias com Asa baixa e com boa luz. Das vantagens salientem-se a portabilidade, a qualidade das objectivas, os zooms que chegam às 12x e mais, sendo bastante luminosos, a possibilidade de realizar filmes de resolução aceitável, com som (nalguns casos estéreo) e com a capacidade de actuar o zoom enquanto se filma, a resolução que já ultrapassa os 10 Mp, os mecanismos de redução de vibrações, e muitas outras características importantes e de grande utilidade. Pode dizer-se que algumas "bridge cameras" são uma espécie de dslr disfarçadas com o grande senão do "ruído" na imagem.
Para o comum dos mortais, e mesmo para certos amadores avançados, a aquisição desta última categoria de câmara digital é recomendada, até como forma de preparar o caminho para a posterior compra de uma dslr.
Muito mais haveria para dizer mas, por agora, fico-me por aqui.
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Voir un ami pleurer
…Bien sûr ces villes épuisées
Par ces enfants de cinquante ans
Notre impuissance à les aider
Et nos amours qui ont mal aux dents
Bien sûr le temps qui va trop vite
Ces métros remplis de noyés
La vérité qui nous évite
Mais mais voir un ami pleurer…
(Jacques Brel. Voir un ami pleurer, 1977)
Par ces enfants de cinquante ans
Notre impuissance à les aider
Et nos amours qui ont mal aux dents
Bien sûr le temps qui va trop vite
Ces métros remplis de noyés
La vérité qui nous évite
Mais mais voir un ami pleurer…
(Jacques Brel. Voir un ami pleurer, 1977)
A minha scooter
Antes da scooter tive uma yamaha trialeira, monocilíndrica: a xtz 660 Ténéré. Eu gostava dela mas era de tal maneira incómoda que a fui utilizando cada vez menos. Em Julho de 2001 resolvi trocá-la pela scooter. Tenho impressão que nunca fiz uma compra tão acertada na vida.
Em primeiro lugar trata-se de uma bicilíndrica de 500cc sem caixa de velocidades ou embraiagem (é só acelerar e travar). Depois é extremamente confortável, maneja-se com grande facilidade e tem uma ciclística de uma verdadeira moto.
Apesar de a indicarem sobretudo para cidade, ou para fazer pequenos percursos pendulares entre o local de residência e o de trabalho, dá muito boa conta de si em estrada onde é muito agradável de conduzir. Já em auto-estrada, a condução torna-se um pouco monótona embora tenha uma velocidade de cruzeiro que ronda os 130-140km/h e atinja os 160km/h. Uma outra surpresa agradável é o consumo: 5,5-5,7l/100km fazendo uma condução moderada e sem pendura.
Em França e em Itália há uma verdadeira tmax-mania, existindo competições apenas entre scooters tmax.
Fala-se que em 2008 poderá saír um modelo de maior cilindrada. A ver vamos!
Em primeiro lugar trata-se de uma bicilíndrica de 500cc sem caixa de velocidades ou embraiagem (é só acelerar e travar). Depois é extremamente confortável, maneja-se com grande facilidade e tem uma ciclística de uma verdadeira moto.
Apesar de a indicarem sobretudo para cidade, ou para fazer pequenos percursos pendulares entre o local de residência e o de trabalho, dá muito boa conta de si em estrada onde é muito agradável de conduzir. Já em auto-estrada, a condução torna-se um pouco monótona embora tenha uma velocidade de cruzeiro que ronda os 130-140km/h e atinja os 160km/h. Uma outra surpresa agradável é o consumo: 5,5-5,7l/100km fazendo uma condução moderada e sem pendura.
Em França e em Itália há uma verdadeira tmax-mania, existindo competições apenas entre scooters tmax.
Fala-se que em 2008 poderá saír um modelo de maior cilindrada. A ver vamos!
terça-feira, 3 de julho de 2007
Coprofagia em elefante-africano (Loxodonta africana)

Esta imagem foi captada a 23/12/2006 no jardim zoológico de Lisboa. Ilustra um indivíduo a retirar fezes com a sua tromba directamente do intestino de outro indivíduo, o qual não pareceu nada incomodado com este comportamento anómalo.
Após uma pesquisa mais ou menos aturada na net cheguei à conclusão que são escassas as referências à coprofagia em elefantes e nenhuma delas menciona um comportamento semelhante ao que foi por mim testemunhado.
Fica o registo, que poderá revestir-se de algum interesse científico.
Um pouco de humor 1
Do not walk behind me for I may not lead. Do not walk ahead of me for I may not follow. Do not walk beside me either; just leave me the hell alone.
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Apenas uma citação
Há mais fé e há mais verdade,
Há mais Deus com certeza
Nos cardos secos dum rochedo nu
Que nessa bíblia antiga…Ó Natureza,
A única bíblia verdadeira és tu!
(Guerra Junqueiro. O Melro, A Velhice do Padre Eterno, 1885)
Há mais Deus com certeza
Nos cardos secos dum rochedo nu
Que nessa bíblia antiga…Ó Natureza,
A única bíblia verdadeira és tu!
(Guerra Junqueiro. O Melro, A Velhice do Padre Eterno, 1885)
Os meus livros 1
Em 1984, juntamente com um colega de faculdade (Luís Gomes) e um amigo de infância (José Cabral), que reuni para o efeito, fundei aquela que provavelmente foi a primeira empresa de estudos de ambiente em Portugal criada por biólogos. A esta empresa chamei Naturibérica - Estudos e Divulgação em Biologia, Lda. Na altura, um dos vereadores da Câmara Municipal de Mértola era meu primo direito. Em conversa informal com ele foi-me comunicado que poderia haver interesse camarário num estudo que identificasse e caracterizasse a fauna e flora do concelho.
Começou assim a nossa actividade em Mértola, que se prolongou por cerca de 3 anos ao longo dos quais produzimos o referido estudo (Estudo Fitogeográfico e Faunístico do Concelho de Mértola, 1984), o livro que aqui se apresenta, um videograma (Mértola: Aspectos Naturais do Concelho, 1986) e os trabalhos preparatórios para aquilo que viria a ser o Parque Natural do Vale do Guadiana (Anteplano para o Aproveitamento Racional do Património Natural do Vale do Guadiana/concelho de Mértola, 1987; Estudo Prévio do Vale do Guadiana (concelho de Mértola) para a Delimitação de Áreas numa Perspectiva Conservacionista, 1987).
Este livro constituiu uma verdadeira pedrada no charco no então panorama nacional da divulgação e conservação da natureza. Foi também fonte de inspiração para uma nova geração de biólogos que perceberam que o seu país tinha grande valor natural e que urgia preservá-lo. Por outro lado também os incentivou a escolher outra via profissional, que não a via pedagógica.
A nós, os autores, que não ganhámos um tostão por termos realizado o livro, ficou-nos o orgulho e a satisfação do pioneirismo e de vermos que esta publicação teve consequências práticas de grande valia. A mim ficou-me ainda um enorme apego ao concelho de Mértola, ao qual mais tarde haveria de voltar assumindo outras funções.
domingo, 1 de julho de 2007
It's a Miracle
Miraculous you call it babe
You ain't seen nothing yet
They've got Pepsi in the Andes
Mcdonalds in Tibet
Yosemite's been turned into
A golf course for the Japs
The Dead Sea is alive with rap
Between the Tigris and Euphrates
There's a leisure centre now
They've got all kinds of sports
They've got Bermuda shorts
They had sex in Pennsylvania
A Brazilian grew a tree
A doctor in Manhattan
Saved a dying man for free
It's a miracle …
(Roger Waters. Amused to Death, 1992)
You ain't seen nothing yet
They've got Pepsi in the Andes
Mcdonalds in Tibet
Yosemite's been turned into
A golf course for the Japs
The Dead Sea is alive with rap
Between the Tigris and Euphrates
There's a leisure centre now
They've got all kinds of sports
They've got Bermuda shorts
They had sex in Pennsylvania
A Brazilian grew a tree
A doctor in Manhattan
Saved a dying man for free
It's a miracle …
(Roger Waters. Amused to Death, 1992)
Fotografia 1
Alfama vista a partir da Cerca Moura (Lisboa)Li algures que hoje em dia todos somos fotógrafos. Em certo sentido é bem verdade. A fotografia digital banalizou-se de tal maneira, que fotografar é hoje tão frequente como telefonar. Tornou-se um veículo comunicacional de eleição para miúdos e graúdos. A imagem digital apoiada nas novas tecnologias de informação e comunicação é uma ferramenta útil e potente.
É hoje possível fotografar, ver o resultado de imediato, alterá-lo ou descartar a imagem e voltar a captar outra(s). É também relativamente fácil imprimir uma fotografia, enviá-la a outrém através do correio electrónico ou colocá-la na web. Tudo isto é verdade mas a arte fotográfica em si tem regras, requer aprendizagem. Contudo aprende-se muito mais depressa quando podemos analisar (ou apresentar para análise) um conjunto apreciável e diversificado de imagens no local onde as captamos, de imediato, não deixando "a coisa esfriar".
Eu venho do mundo da fotografia analógica e tenho de admitir que desde que adquiri uma câmara digital, nunca mais toquei nos meus corpos nikon analógicos e tenho filmes a passar do prazo.
(para uma amostra diversificada da minha produção fotográfica ir aqui)
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